quinta-feira, 15 de julho de 2010

Das ilusões mais reais...

Ou acreditamos cegamente e constantemente contrariados e surpreendidos pelas dúvidas mais simplórias ou questionamos tudo quanto de óbvio pareça. São as perguntas e mais ainda as respostas mais plausíveis e que se ajustam ao que pretendemos ou ao que queremos que assim seja, o  mais importante para nossa reciclagem. Nós somos cíclicos, volta e meia estamos de frente com os velhos fantasmas.
É, vivemos ilusões, sabemos que são ilusões... mas se elas nos agradam ou se encaixam perfeitamente naquilo que nos preocupa com demasia aflição, deixam rapidamente de simples suposições e idealizações para sonhos que vivemos noite e dia. E aí, tudo que se deseja é realizar essa ilusão. Como sua essência não passou de quimera, como pode essa fantasia não tornar-se frustração? Pois saibamos que tornam-se e, toda frustração é exatamente isso ou a falta disso.
De um outro segmento fica que nós gostamos de ser iludidos, ou por diversão ou por decepção. De um nasce a coragem e a superação, de outro nasce a falsa premissa de que sozinhos podemos chegar... longe. De fato, bem distante da realidade. E o que fica? Só ilusões!
E o que resta de tudo isso? Simples, resta que devemos viver da nossa forma, evitando basear-se no que julga-se necessário à adequação social: chega de fôrmas! Dimensione-se na estrutura que melhor distribua seus esforços e cargas de maneira mais estável.